domingo, 29 de agosto de 2010

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TANGRAM

Diz uma lenda, que um monge (ou um imperador...) chinês, quebrou um espelho. Ao tentar remontá-lo, começou a perceber que as sete peças (os tans) que ficaram, poderiam ser remontadas de infinitas formas, criando inúmeras figuras. Essa é a essência do Tangram: um quadrado, decomposto em sete figuras geométricas, cinco triângulos, um quadrado e um paralelogramo, com as quais é possível montar-se um número quase infinito de figuras. Em chinês, o Tangram é conhecido como Ch i ch iao tu, ou as "Sete Peças Inteligentes".
O Tangram não possui uma "solução": são inúmeras as figuras que podem com ele ser formadas, aí reside seu grande atrativo. Mas tem como objetivo construir uma figura idêntica a um modelo previamente determinado, utilizando todas as sete peças que o compõe: dois triângulos grandes, dois pequenos e um médio, um quadrado e um paralelogramo.
Na verdade não se sabe qual a verdadeira origem do Tangram. Para alguns, o jogo é milenar. Outros afirmam que teria pouco mais de 200 anos. Existe uma figura em madeira, mostrando duas senhoras chinesas resolvendo problemas de Tangram, datado de 1780. Existe também uma enciclopédia do Tangram, escrita por uma mulher, na China, há mais de 100 anos, em seis volumes com 1.700 problemas de Tangram. E sabe-se que era o jogo preferido de Napoleão em seu exílio e de Lewis Carroll, autor de Alice no país das maravilhas.
O Tangram não exige de seu praticante qualquer esforço ou habilidade especial: exige tão somente tempo, paciência e especialmente imaginação... Difere do quebra-cabeça na sua estrutura, pois possui um número reduzido de peças e um lugar variável para a colocação de cada uma delas, dependendo da figura a ser construída.
O jogo propicia às crianças o desenvolvimento do raciocínio, a capacidade de concentração e a perseverança. Com o uso dele, a criança tem a necessidade de planejar e desenvolver estratégias para “se dar bem no jogo”, inclusive para ganhá-lo. Com o Tangram, podemos propor “situações problemas”, que parece ser uma forma muito valiosa para a introdução de novos desafios que despertem a curiosidade das crianças, aguçando o interesse pelo conhecimento, através da diversão. O fato de mexer com a imaginação, faz do Tangram um excelente jogo infantil e educacional, especialmente se pudermos fazer a criança criar o seu próprio jogo. É necessário ter boa memória, conhecer as peças e explorar a multiplicidade das possíveis relações estabelecidas entre as peças. A combinação simultânea desses fatores é que possibilita ao jogador condições de resolver os diferentes problemas propostos pelo jogo. (Trabalho em grupo Marise,Cirea e Fernanda)Pós em Psicopedagogia, IPA.

terça-feira, 27 de julho de 2010

PSICOPEDAGOGIA !

















Nos faz ver as coisas de várias formas.
Nos permite crescer a cada instante, é um grande desafio porém encantador e enobrecedor.
Nos permite acreditar nas grandes posibilidades que a vida nos proporciona!!!!
É possível aprender e aprender a ser alguém, é melhor ainda!!!!!
Aprender é sempre muito bom!!!!!
Engrandece o nosso ser!!!

"A tarefa do professor á mesma da cozinheira: antes de dar faca e queijo ao aluno, provocar a fome...."(Rubem Alves)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

SIM, PSICOPEDAGOGIA !!!


A Psicopedagogia tem por objeto de estudo a aprendizagem como um processo individual contextualizado na dimensão social, em que a direção da construção do conhecimento é valorizada e entendida como processo, parte do resultado final. A Psicopedagogia é uma área de conhecimento de ação dirigida para o processo de aprendizagem humana. Sendo seu objeto de estudo o ser cognoscente, aspecto de um sistema complexo e inerente à condição humana, a aprendizagem não é estudada pela Psicopedagogia no espaço restrito da escola, ou num determinado momento da vida, posto que ocorre em todos os lugares, durante todo o tempo .
A Psicopedagogia se preocupa com as questões de aprendizagens e da não aprendizagem, utilizando aí os diversos campos de conhecimento com isto, deve se preocupar com as questões de não aprendizagem e de aprendizagem, partindo de que o sujeito tem condições e possibilidades de aprender, podemos dizer que a causa da dificuldade de aprendizagem não está ligada somente no sujeito mais sim no seu contexto histórico como um todo.

"A Psicopedagogia, portanto, deve pensar a aprendizagem ou a não-aprendizagem a partir de um sujeito que tem a possibilidade de aprender....."(Clarice M. Escott)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

GRANDE RUBEM ALVES


"Amar é brincar.
Não leva a nada.
Não é para levar a nada.
Quem brinca já chegou".(Rubem Alves)

Leia vale a pena!!!!!

TECNOLOGIA E PSICOPEDAGOGIA

A tecnologia atualmente faz parte do nosso dia a dia. Não é mais possível deixá-la de lado, pois é imprescindível conviver com ela. Em todos os lugares ela nos acompanha, daqui pra frente vai ser ainda mais usada na educação. Porém, é necessário que ela seja muito bem usada e aproveitada no contexto escolar.
Em alguns lugares já estão chamando as crianças e adolescentes de “nativos digitais”, pois isto já está comum nesta nova geração. Desde cedo as crianças têm acesso, tendo facilidade e intimidade com os computadores navegando pela internet sem nenhum problema. Mas acredito que isto deve ser muito bem orientado diante dos perigos que podem ocorrer nesta navegação sem uma boa orientação. É necessário que o psicopedagogo provoque o seu paciente a criar os mais diversos tipos de relações existentes entre os diversos objetos de conhecimento.
Aprender é ir do saber a apropriar-se de uma informação dada a partir da construção de conhecimentos; processo no qual intervêm inteligência e desejo. (FERNÁNDEZ, 2001, p.55).
É importante saber os recursos positivos que o mundo digital hoje nos traz. Para isto é necessário adequar a tecnologia juntamente com a educação, pois para que a aprendizagem através do computador aconteça, é necessário atenção e cautela nos conteúdos abordados. O ideal é priorizar as necessidades específicas e indispensáveis dentro da Psicopedagogia e incluir as novas tecnologias como ferramentas para facilitar a aprendizagem de uma forma rica e significante, tanto dentro da instituição quanto na Clínica. “Conhecer é reduzir ao desconhecido ao conhecido. O conhecido, o familiar, é a rede com que nos aventuramos a pescar no mar do ignorado. Compreensivelmente – e não poderia ser de outra forma – a gente só pesca o que cabe nessa rede! (ALVES, 2008, p. 325).